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Até o momento, temos 11.040 vias cadastradas em 1.893 locais de 453 cidades de 24 estados brasileiros, sendo 5.081 vias de Esportiva, 5.068 vias de escalada Tradicional Clássica, 662 vias de Bouldering, 78 vias de Artificial, 68 vias de Big Wall, 61 vias de Tradicional Esportiva, 9 vias de Psicobloc, 8 vias de Descida, 4 vias de Esportiva de Exposição e 1 via de Highball Bouldering.

Localização

Dados do local Minas Gerais > Ferros > Parede Principal – Direita

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Foto: Pedro Bugim
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Parede Principal - Direita - esquema de trilhas
Parede Principal – Direita
Cadastrada por: Luciano Bender, em 15-02-2019 às 22:25
Descrição: A Parede Principal é uma das principais atrações para os escaladores que visitam Ferros. Também conhecida como "Paredes de Aço", conta com vias entre 18 e 220 metros. Esta parede colossal possui cerca de dois quilômetros de extensão, desde sua extremidade direita (Setor Clássicas Curtas) à sua extrema esquerda (Setor Clássicas Longas), com vias de praticamente todos os tipos.

A predominância é de vias em agarras e ótimos abaulados / buracos, conferindo ao escalador lances bem estéticos. Como não poderia deixar de ser, estas paredes apresentam também boas passadas em aderência.

O interessante é o fato de a parede apresentar vias curtas e longas, ambas, tanto com graduações elevadas, quanto com graduações bem simplórias, agradando a todos os gostos.

SETOR DA DIREITA

Localizado no início da Parede Principal, com vias de pequena extensão e muito boas para um primeiro contato com o tipo de escalada da região. Concentra vias que vão de 20 a 100 metros, em sua maioria bem protegidas por grampos de ½", com predominância de agarras, regletes e buracos, e possuindo por vezes algumas fendas interessantes.
Como chegar à base: O acesso às bases pode ser feito por duas picadas que derivam da trilha principal do Vale do Roncador - ambas aproximadamente 200 metros após a primeira travessia do córrego.

Na primeira opção, pega-se a bifurcação para a esquerda e, com poucos metros de caminhada, cruza-se novamente o córrego. A descida é amena, porém, após atravessar o córrego, existe um pequeno barranco. Tocando para cima, chega-se na base da via "Rapidinha no Escurinho".

Na segunda picada, pega-se a bifurcação à esquerda, descendo por uma trilha um pouco íngreme antes de cruzar o córrego, para, então, voltar a subir, chegando à base da via "O Burro e o Capacete", onde se encontra o esqueleto de um burro que veio a falecer após cair do topo da parede (e que serviu de inspiração ao nome da via).
Fonte: VERGNANO, Pedro Bugim Ruel; MAGALHÃES, Antonio Carlos; GOMES, Celso José Ferreira. Guia de Escaladas de Ferros/MG. Rio de Janeiro: Ed. dos autores, 2018. Disponível em http://www.grupounicad.com.br/pedro/Guia_Ferros.pdf
Coordenadas: -19.291950035114592,-42.98158631394932
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